Justiça concede reintegração ao Pastor Samuel Câmara a CGADB .

samuel_camaraO Pastor Samuel Câmara anunciou sua reintegração ao quadro de pastores da CGADB nesta última quarta feira .

” Temos fatos novos para informar aos nossos queridos irmãos em todo o Brasil. Queremos dar transparência a todos os nossos passos, diferente da Mesa Diretora, que os esconde como se vivêssemos num regime de arbítrio” declarou o pastor em seu pronunciamento.

Pastor Samuel Câmara  desligado pela Mesa  da Diretora da CGADB   mês passado, conseguiu sua reintegração através do poder judiciário do Estado do Amazonas suspendeu nesta quarta-feira (26).

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Além de Samuel Câmara, os pastores Sóstenes Apolos, Jônatas Câmara e Ivan Bastos também estavam para ser julgados

O Instituto Bíblico das Assembleias de Deus (IBAD) chegou a prestar manifesto de apoio ao pastor, informando ser uma ” DECISÃO INJUSTA, ILEGÍTIMA E REVANCHISTA”,A EXCLUSÃO DE SAMUEL CÂMARA DA CGADB.

A decisão também inclui o pagamento de uma multa no valor de R$ 20.000,00 por dia de atraso não justificado no cumprimento da presente medida, a partir da intimação.

Leia Pronunciamento na íntegra .

Temos fatos novos para informar aos nossos queridos irmãos em todo o Brasil. Queremos dar transparência a todos os nossos passos, diferente da Mesa Diretora, que os esconde como se vivêssemos num regime de arbítrio. Aqui estão:

1. Finalmente, depois de muita insistência, tivemos acesso, no dia 24 de junho, ao teor dos autos que tratam sobre o nosso desligamento dos quadros da CGADB. Os vícios são flagrantes. Ficamos pasmos como pode uma Comissão Jurídica levar o Conselho de Ética e Disciplina e a Mesa Diretora a ferirem os mais elementares princípios que garantem o direito de ampla defesa a quem é acusado. Não temos outra saída, senão questioná-los.

2. Na mesma segunda-feira entramos com petição na Secretaria-Geral da CGADB em que pedimos: a) a renovação do ato notificatório, por ter faltado na primeira notificação a folha de número sete, exatamente a que trata do teor decisório; b) a devolução de prazo, ou seja, que este passe a contar a partir da nova notificação, e c) a emissão ou declaração sobre a indisponibilidade dos autos, com a respectiva devolução de prazo para este fato.

3. O pastor Ivan Bastos, por sua vez, também encaminhou petição, com as alegações dos vícios flagrantes do processo, entre eles o fato de não ter sido notificado para a reunião da Mesa Diretora que trataria de sua suspensão, embora tenha comparecido na condição de tesoureiro, tendo sido, portanto, violado o devido processo legal, e também de não ter sido até agora notificado de sua suspensão, embora essa tenha ocorrido no âmbito da Mesa Diretora sem que o Conselho de Ética e Disciplina tenha manifestado qualquer posição a respeito, como determina o estatuto, pedindo a devolução dos autos ao CED para sanar as irregularidades.

4. O pastor Ivan Bastor também entrou com impugnação da próxima AGE marcada para o Belezinho, SP, justificando o seu pedido pelo fato de ela ter sido marcada para a igreja do presidente da CGADB, em nítida desvantagem para a parte julgada, além de questionar o sistema de votação eletrônica, sem a devida aferição para decidir se o meio é idôneo para o ato. Finalmente, pediu que seja tornado sem efeito o edital de convocação e que a AGE seja convocada para outro Estado, que não o do presidente e o do tesoureiro, colocando a todos no mesmo pé de igualdade.

5. Como última informação, em decisão interlocutória de tutela antecipada, a justiça nos concedeu hoje a reintegração aos quadros da CGADB, determinando à Mesa Diretora “a imediata suspensão dos efeitos decorrentes da decisão que desligou o autor da ação dos quadros de Pastores da Convenção Geral das Assembleias de Deus no Brasil – CGADB, com multa diária de R$ 20.000,00 por dia de atraso não justificado no cumprimento da presente medida”.

“A paz não pode ser mantida à força. Somente pode ser atingida pelo entendimento”.

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