Agentes comunitários fazem elo entre população e unidades de saúde

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Mais de 1.180 mil agentes comunitários de saúde atuam no município de São Gonçalo. Com a função de fazer atendimentos domiciliares, orientando a população sobre os serviços de saúde da rede pública, eles compõem a equipe de Saúde da Família (ESF) e divulgam as ações de combate a dengue, tuberculose, diabete, tabagismo, hipertensão, hanseníase e doenças sexualmente transmissíveis.

Entre as pessoas atendidas, está o aposentado Ricardo Jorge, 49 anos. Morador do Mutondo, ele sofreu um acidente em 2001 ao cair de mais de quatro metros de altura, teve uma lesão e acabou ficando paraplégico. Para conseguir os atendimentos, ele precisa do trabalho de agentes comunitários, que atuam no seu bairro e fazem parte da equipe atuante na Clínica Municipal Gonçalense.

“Preciso das agentes o tempo todo. Elas me acompanham desde o início, sabem de tudo que passei. Marcam minhas consultas, me orientam. Elas  conseguiram que eu recebesse atendimento de enfermeiras, que vão duas vezes na semana para fazer curativos”, explica Ricardo, que recebe visitas domiciliares do Serviço de Atenção Domiciliar (SAD).

Quem faz o atendimento do Ricardo são as agentes comunitárias Edila Ferreira, 61, e Priscila Cordeiro, 30. Elas também são moradores do Mutondo.

 “Nosso trabalho além de ser um elo das famílias com a rede de atenção básica, ajuda a diminuir o fluxo de pacientes em busca de atendimento na Clínica. Eu gosto do que faço e de ver que população valorizando nosso trabalho”, explica a agente Elida, que atende cerca de 700 pessoas e trabalha há 13 anos na função.

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