UM SÉRIO ALERTA PARA A IGREJA ATUAL

Dr. José Wellington Fagundes Marins, Pastor Casado, pai de 2 filhos graduado pela Faculdade Brasileira de Ciências Jurídicas, com curso de pós graduação pela FEMPERJ – Fundação Escola do Ministério Público – RJ.

Dr. José Wellington Fagundes Marins,
Pastor
Casado, pai de 2 filhos graduado
pela Faculdade Brasileira de Ciências Jurídicas,
com curso de pós graduação pela FEMPERJ –
Fundação Escola do Ministério Público – RJ.

Como já dizia o saudoso Rev. John Stott: “crer também é pensar”. Tudo que ouvimos, a exemplo do que fizeram os bons crentes bereanos (At. 17.11), deve passar pelo filtro da Palavra de Deus, seja quem for que falar em nome de Deus.

A passividade da mente, a ignorância das Escrituras Sagradas aliada a falta de comunhão com o Espírito Santo, tem levado muita gente a levantar precipitadamente as mãos em concordância cega a tudo o que se fala em nome de Deus, se deixando manipular por discursos que muitas vezes alimentam o nosso ego mas nem sempre traduzem a verdadeira e genuína mensagem do Evangelho, que encoraja mas não deixa de confrontar o nosso pecado.

Os dias que a igreja vivencia hoje não são muito diferentes dos dias em que Deus levantou os profetas do Antigo Testamento que denunciaram a religiosidade vazia, a idolatria entre outros pecados.

No entanto, a despeito disso, muitos tem se levantado “em nome de Deus” trazendo uma mensagem triunfalista ao gosto do freguês, tratando os membros como “clientes” e o evangelho como “mercadoria” e em razão disso, a fim de “não espantar o freguês”, não se prega contra o pecado, a necessidade de arrependimento, santidade, etc.

A fim de tornar a mensagem palatável, dilui-se a mesma na água da conveniência, em flagrante infidelidade a Deus, a Igreja e a Palavra.

O que tem acontecido em nossos dias é a junção da “fome com a vontade de comer”, ou seja, a fome de elogios, status e riquezas por parte de muitos que falam em nome de Deus e vontade de comer por parte daqueles que estão em crise e querem uma solução a qualquer preço.

Cresce ainda o numero dos chamados “idolatras de sermões”, que estão mais preocupados em ganhar elogios do que ganhar almas, no dizer do saudoso Pr. Emilio Conde em seu livro “Igrejas sem brilho.”.

Pregadores que estão mais preocupados em impressionar o público pela engenhosidade de seus sermões bem articulados e cheios de frases de efeitos e de “palavras persuasivas de sabedoria humana”, a serem meros canais de transformação, pregando um sermão com a genuína demonstração de Espírito e de poder, no dizer do Apóstolo Paulo em I Cor. 2.4

Não sem razão temos vistos muitas conversões que não são genuínas pois como alguém já disse “falsos lideres produzem falsas conversões.” Que Deus possa levantar profetas que não apenas anunciam a verdade mas que denunciem o erro.

 

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