O PRECONCEITO: GLOBO E JABOR.

1170867_1663138330625009_1468634338746370413_n

Pastor, casado pai de 4 filhos, teólogo, Compositor e Intérprete

Ao assistir o comentário do jornalista Arnado Jabor, sobre  “ A DESGRAÇA QUE SE ABATEU SOBRE O RIO DE JANEIRO”
O comentário de Jabor, tem ênfase no preconceito escancarado, e o gosto azedo da derrota, para o bispo Marcelo Crivella.
O fato de Jabor ser um ateu declarado, um infeliz na vida, um parasita que viva as custa de uma mídia manipuladora, com os comentários bizarros, que enrijecidos por uma cultura distorcida da realidade da nossa gente, que até a pouco tempo viviam usufruindo dos benefícios da lei rouanet, A Lei Federal de Incentivo à Cultura.

Por conseguinte, Globo, Arnado Jabor, e outros tantos se deram tão bem na vida, que não sabem separar a realidade da ficção.
Alguém que de forma explícita em uma TV Aberta faz declarações como estas devem no mínimo responder dentro da lei. Não sendo da igreja universal, nem concordando com sua doutrinação. Não significa que o Arnado Jabor, não me relacionou em seu preconceito, embora sendo de outra denominação, não importa preconceito é preconceito. E me senti alvejado pela forma pejorativa, enganosa e tendenciosa desta mídia que é preconceitosa contra nós evangélicos, me sinto afrontado e desrespeitado por esse Jornalista.
Abaixo transcrevo as falas de Arnado Jabor:

1) Em abril de 2011, Arnado Jabor, fez uma crítica severa em generalizar- “ aos males causados pelas crenças – a ressaltar o caráter religioso do comportamento do atirador que matou 12 estudantes de uma escola do Rio. Na rádio CBN, ele disse: “O massacre dos meninos no Rio de Janeiro foi um massacre religioso, com a matança dos inocentes de Herodes. O assassino foi o anjo da morte de um Deus louco”.
2) “Os evangélicos descobriram há muito tempo os miseráveis dos quais tiram dinheiro há décadas. Não todos, mas os supermercados da fé. Esses evangélicos desonestos ainda não tinham emplacado na política um de seus bispos.”
3) “Nessa explosão de demagogos que cresce no mundo todo há uma novidade. Antes, tradicionalmente os pobres, desinformados e crentes dos supermercados da fé eram apenas enganados. “Aceitavam tudo sem dúvidas, eram passivos.
4) “ Os picaretas populistas dizem mentiras mais fáceis de entender. É Deus de um lado, diabo de outro e pronto. Agora, nossos agentes do mal em nome de Deus estão eufóricos. Partirão para a conquista de poderes políticos, visando até cargos federais.”
Aí está a prova do preconceito, da falta de respeito para com todos nós evangélicos. Em tempo aproveito para transcrever o texto do jornal folha de São Paulo, na coluna opinião
De domingo, 07 de outubro de 2012
Dom , ORANI JOÃO TEMPESTA
TENDÊNCIAS/DEBATES
Liberdade de expressão sem abuso
“ Também no Brasil, zombam do sagrado, criando ódio. Revista troca Jesus por atleta, galhofam da fé e de sacerdotes em cena. O Estado tem de garantir respeito A Constituição Brasileira, trás direitos fundamentais -direitos humanos-, que protegem as pessoas contra abusos. Esses direitos devem ser compreendidos e adequadamente exercidos e respeitados. Um deles é a liberdade de expressão. Trata-se, sem dúvida, de um dos mais importantes, conquistado após muitos anos. A liberdade de expressão é protegida em todos os países civilizados onde a liberdade impera. Por outro lado, a Constituição, entre os mesmos direitos fundamentais, também estabelece ser “inviolável a liberdade de consciência e de crença, sendo assegurado o livre exercício dos cultos religiosos e garantida, na forma da lei, a proteção aos locais de culto e a suas liturgias”. Trata-se de outro direito fundamental, tão importante quanto a liberdade de expressão. Dessa forma, não é permitido a ninguém, supostamente em nome da liberdade de expressão, ferir crenças religiosas, utilizando de forma desrespeitosa símbolos sagrados para milhões de pessoas.” A sociedade não pode se calar diante de tais transgressões desrespeitosas, que disfarçadas de liberdade de expressão aviltam o que é mais caro a outras pessoas apenas para satisfazer propósitos egoísticos. Um órgão de imprensa, formador de opiniões, até quando quer satirizar tem o dever de fazê-lo criteriosamente. Há muitos meios de se fazer uma brincadeira, um comentário alegre e até uma cobrança, sem necessidade de ofender a quem quer que seja. A veiculação da imagem não denotou criatividade alguma, sendo apenas inadequada e desrespeitosa.

Repudiamos, todo preconceito e discriminação.
Não há desgraça que se abateu sobre o nosso Rio de Janeiro,
Mas desgraçadamente vivemos a realidade de uma mídia corrupta e perversa.
https://youtu.be/8HJ3yVZXV48
Deixe seu comentário:
Análise: Marcos Fernandes
Rio 03 de novembro

Deixe uma resposta