CONDENADA OU ABSOLVIDA?

“E, pondo-a no meio, disseram-lhe: Mestre, esta mulher foi apanhada, no próprio ato, adulterando. E na lei nos mandou Moisés que as tais sejam apedrejadas. Tu, pois, que dizes? ”

Pastor Paulo Affonso Generoso, pastor presidente da Assembleia de Deus Betel Advogado e Debatedor da Rádio Melodia

Um dos textos ricos em lições de vida é João 8 (a passagem da mulher adultera), pois é um retrato hodierno da nossa sociedade, ainda que se dizendo evangélica. Hoje estamos mais para condenar, do que para absolver, somos mais juízes do que restauradores de vidas, razão pela o texto vai nos ensinar a supremacia da absolvição de uma pecadora, versus a condenação sumária proposta por homens pecadores.
Assim, examinemos a situação da mulher antes da condenação da lei e depois da absolvição da graça:


1.Antes foi surpreendida no pecado; depois foi surpreendida com o perdão
2.Antes foi acusada de pecado; depois foi orientada a não pecar
3.Antes havia a morte lhe esperando; depois havia uma vida renascendo
4.Antes havia sentença de morte; depois havia declaração de vida
5.Antes não podia falar porque foi surpreendida; depois podia falar por sua surpresa
6.Antes tinha acusador, juiz e executor; depois tinha, advogado, Senhor e Salvador
7.Antes seria consumida sem misericórdia; depois entendeu que a misericórdia foi a causa de não ser consumida
8.Antes estava condenada a morrer; depois da absolvição liberada para viver
9.Antes encontraria a Pedra dos homens; depois encontrou a Pedra Angular
10.Antes havia sentimento de culpa; depois alivio de consciência
11.Antes ninguém lhe dera uma chance; depois recebeu uma grande oportunidade
12.Antes veria a morte os pés de um Jesus vivo; depois veria um Jesus morto e a sua ressurreição e vida.
Pr. Paulo Affonso Generoso

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